terça-feira, 17 de novembro de 2009


DIREITOS DAS ÁRVORES


Tenho direito á vida. Tenho direito a ser protegida. E a ver satisfeitas as minhas necessidades de luz, água, ar e espaço. Tenho direito a não ser danificada. Tenho direito a cumprir o meu ciclo de vida E nego a nossa desyruição indiscriminada. Tenho direito a voltar a ser plantada No mesmo lugar, sem me abaterem. Tenho direito a crescer e reproduzir-me.Um Lenhador acordava ás 6 da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, só parando tarde da noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança. Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando do bebê. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com sua chegada. Os Vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era um bicho, um animal confiável, e quando sentisse fome, comeria a criança. O lenhador dizia que isso era uma grande bobagem, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: - Lenhador, abra os olhos ! A raposa vai comer seu filho. Quando ela sentir fome vai comer seu filho ! Um dia o lenhador, exausto do trabalho e cansado desses comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com sua boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, acertou o machado na cabeça da raposa. Desesperado, entrou correndo no quarto. Encontrou seu filho no berço, dormindo tranquilamente, e ao lado do berço, uma cobra morta. Controlar nossos impulsos assegura serenidade e razão ás nossas decisões.

Eu fecho a torneira

Eu fecho a torneira

Lá vem o Alce Verde disposto a salvar natureza! De capa enlaçada ao pescoço e sempre destemido, o nosso simpático herói ensina, desta feita, a importância da água. Numa linguagem divertida, com ilustrações e autocolantes a desafiarem as crianças a completarem as histórias, esta edição partilha pequenos conselhos de poupança. A água é algo de vital. Para que alguns não a esbanjem enquanto outras aguardam com ansiedade as chuvas, o Alce Verde ensina a melhor forma de poupar energia. São na verdade pequenos gestos: não deixar a água a correr quando se lava a louça; tomar duche e não banho de imersão; estar atento às fugas de água...

Eu apago a luz

EU APAGO A LUZ

Os pequenos heróis do ambiente! Numa animada colecção apresentada por um cómico e amigo veado, as crianças podem, desde cedo, aprender a proteger o ambiente. A primeira das aventuras propostas é a da poupança de energia. Existem afinal hábitos e gestos no nosso dia-a-dia que podemos alterar e assim contribuir para a preservação da terra. Ora, leiam...

A ultima floresta

A ULTIMA FLORESTA

Era uma vez uma coelha chamada Flória que vivia com os seus quatro filhotes numa toca funda, fresquinha quando o calor apertava e aconchegadora nos dias em que aquele vento que faz tremer o esqueleto a qualquer ser vivo andava à solta pelos montes e vales das redondezas Comida era coisa que raramente preocupava Flória. Bastava sair à porta da sua toca e não lhe faltavam rebentos frescos, tenrinhos, apetitosos a fazerem crescer água na boca a qualquer coelhote mais guloso. Só no fim do Verão, antes das primeiras chuvas, quando a vegetação começava a amarelecer, é que a coelha Flória, depois de tomar as devidas precauções, se aventurava até às hortas dos homens. Quando voltava, com a barriguita cheia de couves, feijão-verde, alface..., passava pelas brasas em frente à soleira da porta da sua toca. Esta soneca era para ela a mais apetitosa e não a trocava pela melhor coisa deste mundo. Quando acordava passava largos minutos a espreguiçar-se. Enfim... tinha aquilo a que se costuma chamar uma vida regalada. Tinha, porque nos últimos dias andava nervosa! Ouvia, cada vez com mais força, um barulho esquisito, estranho, preocupante... lá longe, por enquanto. Este misterioso ruído começou a preocupá-la. Sobretudo porque tinha a certeza que aquele inquietante vrum..., vrum..., vrum..., cada dia se aproximava mais da sua toca. Naquela tarde não conseguiu fazer a sesta e encontrava-se sentada à porta de casa quando viu a sua vizinha Anafada, uma lebre bem gorducha que media quase tanto de largura como de comprimento e que passava, pachorrentamente, uns metros abaixo. Perguntou-lhe:
— Olha lá, que barulhos infernais são aqueles que se ouvem lá para os lados das hortas?
— Não sei bem. Fui matar a sede ao ribeiro e estava um grupo de raposas debaixo do castanheiro velho, acho que eram aquelas que vivem lá para as bandas do Cabeço, a dizerem, com ar de preocupadas, que vai passar aqui uma estrada muito larga!!!
— O quê?! Bem me dizia o coração que não era nada de bom! Mas tinha fé que não fosse assim tão trágico! O que há-de ser de nós? O que acontecerá aos meus filhos? — disse a coelha Flória com a voz trémula e as lágrimas sustidas a custo.
— Tenho vindo a pensar nisso. E eu que mal me consigo arrastar. Ainda bem que não tenho filhotes. Mas temos de ter calma, alguma solução se há-de arranjar.
— Como?! Não vês que estamos cercados e encurralados por casas, hortas, searas, fábricas, pela barragem... sei lá que mais! Além deste, não conheço outro local onde possamos sobreviver!
— As raposas também estavam a dizer o mesmo! No entanto... talvez alguém mais viajado, mais conhecedor de terras distantes, conheça alguma floresta, ainda que pequena, onde, sem grandes sobressaltos e com poucos perigos, consigamos arranjar um buraco — disse a lebre pondo em prática toda a sua experiência adquirida ao longo da sua já longa vida.
— Deus queira que sim. Olha vou para dentro. Estou tão preocupada, mais pelos meus filhos do que por mim, que nem me apetece conversar. Até amanhã.
— Até amanhã e tem calma — despediu-se também a lebre Anafada. A coelha entrou e fechou a porta. Quando os seus filhotes sentiram o barulho da fechadura vieram abraçar a mãe. O mais pequenote, de nome Espertezas, que não costumava deixar "fazer o ninho atrás da orelha", perguntou: — Mamã, por que estás tão nervosa e com os olhos tão vermelhos? — Vi ali abaixo um cão enorme, quase tão grande como um burro!! — desculpou-se a coelha Flória.
— Não deve ser por isso! Já estiveram muitos cães a farejar e de sentinela à nossa porta e tu nunca tiveste medo! — insistiu o filho Espertezas.
— Mas este cão era muito grande, maior do que um burro!!
— Era uma vez uma coelha chamada Flória que vivia com os seus quatro filhotes numa toca funda, fresquinha quando o calor apertava e aconchegadora nos dias em que aquele vento que faz tremer o esqueleto a qualquer ser vivo andava à solta pelos montes e vales das redondezas Comida era coisa que raramente preocupava Flória. Bastava sair à porta da sua toca e não lhe faltavam rebentos frescos, tenrinhos, apetitosos a fazerem crescer água na boca a qualquer coelhote mais guloso. Só no fim do Verão, antes das primeiras chuvas, quando a vegetação começava a amarelecer, é que a coelha Flória, depois de tomar as devidas precauções, se aventurava até às hortas dos homens. Quando voltava, com a barriguita cheia de couves, feijão-verde, alface..., passava pelas brasas em frente à soleira da porta da sua toca. Esta soneca era para ela a mais apetitosa e não a trocava pela melhor coisa deste mundo. Quando acordava passava largos minutos a espreguiçar-se. Enfim... tinha aquilo a que se costuma chamar uma vida regalada. Tinha, porque nos últimos dias andava nervosa! Ouvia, cada vez com mais força, um barulho esquisito, estranho, preocupante... lá longe, por enquanto. Este misterioso ruído começou a preocupá-la. Sobretudo porque tinha a certeza que aquele inquietante vrum..., vrum..., vrum..., cada dia se aproximava mais da sua toca. Naquela tarde não conseguiu fazer a sesta e encontrava-se sentada à porta de casa quando viu a sua vizinha Anafada, uma lebre bem gorducha que media quase tanto de largura como de comprimento e que passava, pachorrentamente, uns metros abaixo. Perguntou-lhe: — Olha lá, que barulhos infernais são aqueles que se ouvem lá para os lados das hortas? — Não sei bem. Fui matar a sede ao ribeiro e estava um grupo de raposas debaixo do castanheiro velho, acho que eram aquelas que vivem lá para as bandas do Cabeço, a dizerem, com ar de preocupadas, que vai passar aqui uma estrada muito larga!!! — O quê?! Bem me dizia o coração que não era nada de bom! Mas tinha fé que não fosse assim tão trágico! O que há-de ser de nós? O que acontecerá aos meus filhos? — disse a coelha Flória com a voz trémula e as lágrimas sustidas a custo. — Tenho vindo a pensar nisso. E eu que mal me consigo arrastar. Ainda bem que não tenho filhotes. Mas temos de ter calma, alguma solução se há-de arranjar. — Como?! Não vês que estamos cercados e encurralados por casas, hortas, searas, fábricas, pela barragem... sei lá que mais! Além deste, não conheço outro local onde possamos sobreviver! — As raposas também estavam a dizer o mesmo! No entanto... talvez alguém mais viajado, mais conhecedor de terras distantes, conheça alguma floresta, ainda que pequena, onde, sem grandes sobressaltos e com poucos perigos, consigamos arranjar um buraco — disse a lebre pondo em prática toda a sua experiência adquirida ao longo da sua já longa vida. — Deus queira que sim. Olha vou para dentro. Estou tão preocupada, mais pelos meus filhos do que por mim, que nem me apetece conversar. Até amanhã. — Até amanhã e tem calma — despediu-se também a lebre Anafada. A coelha entrou e fechou a porta. Quando os seus filhotes sentiram o barulho da fechadura vieram abraçar a mãe. O mais pequenote, de nome Espertezas, que não costumava deixar "fazer o ninho atrás da orelha", perguntou: — Mamã, por que estás tão nervosa e com os olhos tão vermelhos? — Vi ali abaixo um cão enorme, quase tão grande como um burro!! — desculpou-se a coelha Flória. — Não deve ser por isso! Já estiveram muitos cães a farejar e de sentinela à nossa porta e tu nunca tiveste medo! — insistiu o filho Espertezas. — Mas este cão era muito grande, maior do que um burro!! — Se era assim tão grande, ficamos mais descansados! — disse o Espertezas com grande calma. — Porquê? — perguntaram os três irmãos ao mesmo tempo. — Ora essa! Porque não cabe na porta e não pode entrar aqui dentro — respondeu o Espertezas com ar de grande sábio. — Tens razão! — disseram os seus irmãos simultaneamente. — Vá, está na hora de ir dormir — interrompeu a mãe, dando a conversa por encerrada. Os filhotes rapidamente adormeceram mas a coelha não conseguia pregar olho. Pé ante pé, abriu a porta e saiu para a rua. Sem saber onde estava e o que fazia, encostou-se a um pinheiro. — Boa noite Flória! — esta assustou-se e, sem querer, deu um salto. — Não tenhas medo, sou eu, o teu amigo bufo Noitivanas! Não é costume andares a esta hora fora de casa! — Não consigo dormir! A Anafada disse que vai passar por aqui uma enorme estrada e eu não sei para onde hei-de ir com os meus filhos! — lamentou-se a Flória. — Olha que a lebre tem razão! Pensei que já sabias. As máquinas devem aqui chegar na próxima semana! A coelha não conseguiu suster mais as lágrimas, rompeu em grande pranto e começou a gritar: — Ai os meus queridos filhos! Ai os meus queridos filhos! — O Noitivanas desceu do pinheiro, abeirou-se da sua amiga, passou-lhe a asa pelo focinho e disse-lhe: — Que é isso?! Não chores! Como sabes eu viajo muito todas as noites. Às vezes vou para uma pequena floresta, a última que ainda existe nestas redondezas e que fica a uma légua para além da última casa. Amanhã fazes as malas e, pela calada da noite, atravessas a povoação e mudas-te para lá com os teus pequenos. era assim tão grande, ficamos mais descansados! — disse o Espertezas com grande calma. — Porquê? — perguntaram os três irmãos ao mesmo tempo.
— Ora essa! Porque não cabe na porta e não pode entrar aqui dentro — respondeu o
— Tens razão! — disseram os seus irmãos simultaneamente.
— Vá, está na hora de ir dormir — interrompeu a mãe, dando a conversa por encerrada. Os filhotes rapidamente adormeceram mas a coelha não conseguia pregar olho. Pé ante pé, abriu a porta e saiu para a rua. Sem saber onde estava e o que fazia, encostou-se a um pinheiro. — Boa noite Flória! — esta assustou-se e, sem querer, deu um salto.
— Não tenhas medo, sou eu, o teu amigo bufo Noitivanas! Não é costume andares a esta hora fora de casa! — Não consigo dormir! A Anafada disse que vai passar por aqui uma enorme estrada e eu não sei para onde hei-de ir com os meus filhos! — lamentou-se a Flória.
— Olha que a lebre tem razão! Pensei que já sabias. As máquinas devem aqui chegar na próxima semana! A coelha não conseguiu suster mais as lágrimas, rompeu em grande pranto e começou a gritar: — Ai os meus queridos filhos! Ai os meus queridos filhos!
— O Noitivanas desceu do pinheiro, abeirou-se da sua amiga, passou-lhe a asa pelo focinho e disse-lhe:
— Que é isso?! Não chores! Como sabes eu viajo muito todas as noites. Às vezes vou para uma pequena floresta, a última que ainda existe nestas redondezas e que fica a uma légua para além da última casa. Amanhã fazes as malas e, pela calada da noite, atravessas a povoação e mudas-te para lá com os teus pequenos.

Continentes

Esta imegem é para saberem os continentes que são:

Asia,Oceania, Africa, Ameria do sul, America do norte, Europa
Oceanos existem e eu vou dize-los:
Oceano glacial artico
Oceano glacial antartico
Oceano Atlantico
Oceano Pacífico
Oceano Ídico

A oitava sereia


A oitava sereia(1)

Era uma vez, um reino debaixo de mar onde vivia o rei e a rainha com mais 7 filhas mas a rainha estava á espera doutro filhote mas ia ser uma rapariga.
Passando alguns dias a rainha pensou:
-Que nome vamos chamar á nossa filha? -disse a rainha.
-Não sei, depois vemos -disse o rei.
-Ta bem concordo - disse a rainha.
Passando alguns messes a rainha teve a oitava sereia. Ela era linda tinha os olhos azuis claros meios esverdeados que linda que ela é, a calda era a mais bonita de todas mas ninguém acreditava naquela rapariga tão linda.
Passados uns anos ela já conseguia bater muito bem a barbatana e andava sempre por ai com os seus amigos, ela brincavam dia e noite não parava. E o nome dela já era a Maria.
Passandos alguns anos a sereia cresceu, cresceu e
cresceu esperta linda ainda continuava linda muito linda
ela só queria brincar.
Ouve um dia que a rainha disse ao rei:
-Sultão a nossa filha é magica!!!!!!!!!
-O que estás doida
-Não não estou eu acho mas já vamos ver
-Como é que vais conseguir?????
-Vamos por câmaras de vídeo por toda a casa
-Esta bem tu tiveste uma boa ideia
A sereia Maria quando estava a brincar sem crer. Pom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
-O que é que eu fiz? – disse a Maria
-Eu acho que fiz um feitiço? – disse a Maria
O amigo que estava ao pé dela disse: -Maria tu fixes-te mesmo.
Algum tempo depois , Maria podia sair dentro de água e podia caminhar, o que as outras irmãs não conseguião fazer.
Quando, o pai da Maria soube que ela era feiticeira ele disse:
- Maria, eu te dou este colar para ser feitiçeira de verdade.
- Obrigado……
Continua………………………………..

Maria bolacha

Era uma vez uma bolacha Maria que disse que Maria, só Maria, não chegava. Queria ser, ao menos, Maria Emília. Bolacha Dona Maria Emília, com todo o respeito. As outras companheiras do pacote fizeram-lhe a vontade. Mas, quando uma bolacha Maria começa com exigências, oh! oh! Nunca mais pára? - Pensando melhor, não dispenso os apelidos. Quero passar a ser tratada por Dona Maria Emília de Melo e Sousa Trigo de Reboredo Farinha. Um nome tão comprido e retorcido não é fácil de decorar. Algumas das simplesmente Maria chamavam-na de Maria de Trigo Melo e Sousa não sei quê Farinha. Outras, de Maria Reboredo Farinha de Melo Trigo de Sousa Emília. E as mais esquecidas, apenas de Maria Farinha de Trigo, o que a punha fula. - Distingam-me. Separem-me. Marquem a diferença. Eu sou uma bolacha especial. Uma bolacha Dona Maria Emília de Melo e Sousa Trigo de Reboredo Farinha. - Tá bem - diziam as outras, que não eram de despiques. Alguém abriu o pacote e começou a provar daquelas bolachas torradinhas e saborosas. Elas não se importavam. Sabiam para o que estavam destinadas e davam-se por contentes. Proporcionar um pouco de prazer ao paladar era a vocação delas. A Maria que não ia com a outras, por sinal a última do pacote, não seguiu o caminho das demais. Ficou a aguardar novo acesso de apetite de quem, daquela vez, já estava de barriga cheia. Ficou sozinha. Ficou esquecida. Amoleceu. Quando, passado dias, deram por ela disseram: - Esta bolacha já está mole. Não presta. E chamaram: - Bobi, anda cá. Toma. O Bobi, de rabinho a abanar, muito saracoteante e salivante, veio, tomou e foi assim que a excelentíssima bolacha Dona Maria Emília de Melo e Sousa Trigo de Reboredo Farinha acabou na boca do cão. Esta história é pequenina e sabe a pouco? Pois é. O Bobi também achou o mesmo.

No meu mundo sonhador

No meu mundo sonhador

No meu mundo sonhador …

Os sonhos tornam-se realidade,
Nada de crueldade
Apenas felicidade!
Apenas no meu mundo…

No meu mundo sonhador…

Tudo é mentira
São apenas pensamentos
Que algum dia se tornarão realidade
Com muita força de vontade!

Tristeza


Tristeza

Ando triste, deprimida
Com vontade de chorar
Sinto frio, sinto dor
Por já não te poder abraçar
Pela última vez me despedi
Contigo não mais vou estar
Isto é a lei da vida?
Isto é como tudo vai acabar.
Ando triste deprimida
Tudo é escuridão
Tudo é um vazio imenso
Que trago no coração
Ando triste deprimida
Tenho saudades do Verão
Tenho saudades do tempo
Em que me davas a mão

Ando triste, deprimida
Com vontade de chorar
Sinto frio, sinto dor
Por já não te poder abraçar
Pela última vez me despedi
Contigo não mais vou estar
Isto é a lei da vida?
Isto é como tudo vai acabar.
Ando triste deprimida
Tudo é escuridão
Tudo é um vazio imenso
Que trago no coração
Ando triste deprimida
Tenho saudades do Verão
Tenho saudades do tempo
Em que me davas a mão

NOVEMBRO


Tarde pintada Por não sei que pintor.

Nunca vi tanta cor Tão colorida!

Se é de morte ou de vida, Não é comigo.

Eu, simplesmente, digo Que há fantasia

Neste dia, Que o mundo me parece

Vestido por ciganas adivinhas,

E que gosto de o ver, e me apetece

Ter folhas, como as vinhas.

A HISTORIA DE UM MENINO


Eu gosto de ti

Havia, uma vez, um rapaz que era o primeiro em tudo: melhor estudante, melhor atleta, mas que nunca soube ser bom filho, um bom companheiro ou um bom amigo. Num dia de depressão o rapaz se deixou morrer. Quando ia a caminho do céu encontrou um anjo e este lhe perguntou: -Porque que fizeste isto se sabias que te amavam?...
Ao que ele respondeu:-Há vezes em que vale só mais uma palavra de consolo que se possa sentir…Em tão longo tempo não escutei: Eu gosto de ti…
Como o anjo ficou pensativo, o rapaz disse: -E sabes o que mais dói???
O anjo, triste lhe perguntou: -O que?
Ele respondeu: -Apesar disso ainda espero ouvir EU GOSTO DE Ti!!!
Em seguida a isto, o anjo abraçou o rapaz e disse que não se preocupasse porque dele se aproximava a única pessoa que sempre havia dito aos ouvidos que o amava, mas a quem ele nunca tinha ouvido e agora receberia de braços abertos.
É importante que se diga ás pessoas o quanto elas são importantes para nós.
Se eu morresse hoje…Queria que tu soubesses que:
EU GOSTO MUITO DE TI!!!, E O OBRIGADA PELA TUA AMIZADE…
ENVIA ESTA MENSAGEM ÁS PESSOAS QUE DE VERDADE SÃO ALGUMA COISA PARA TI MAS NÃO MANDES ESTA MENSGEM Á PESSOA QUE TA DEU PORQUE PARA ESSA PESSOA TU VALES OURO.

1
Olá Outono
Adeus Verão
Agora que te tenho de volta
Estou cheia de emoção
2
Adeus praia
Adeus mar
Agora chegou o Outono Outono
Já não posso mergulhar
3
Olá Outono
Ainda bem que te tenho de volta
Tive tantas saudades de novamente
Calçar uma bota
4
Olá Outono
Adeus Verão
Agora que te tenho de volta
Estou cheia de emoção
5
Agora que o verão foi embora
Veio o Outono
Mesmo á
Ultima hora
6
Agora tenho que andar informada
E ter muito cuidado
Com o frio
Que ás vezes de uma trovoada
7
Olá Outono
Adeus Verão
Agora que te tenho de volta
Estou cheia de emoção
8
Só faltam duas quadras
Para tudo acabar
Mas que alegria
Que me veio consular
9
Agora só falta 1
Mas não faz mal
O Outono voltara
Até já
10
Adeus Outono
Olá inverno
O que tens para mim
Neste inferno de gelo